Essa é a realidade! Que barbaridade!
O título parece ser engraçado, mas neste meu primeiro post vou contar algo que aconteceu comigo. Portanto, é uma história real.
Estava eu sentado em minha carteira numa aula de janela. Sem nada para fazer, resolvi ler o meu livro “Os Simpsons e a Ciência”. Meu colega João Vitor Costa, em minha opinião, totalmente preconceituoso contra nós, os nerds, resolveu me falar: “Você não tem vida social, não? Não pratica nenhum esporte...”.
Alguns dias depois, numa prova prática de Educação Física, resolvi participar. Bem, a prova consistia em pularmos barras de ferro que ficavam suspensas, em cima de cones. Eu não tenho o hábito de pular, mas como era uma prova, resolvi fazê-lo.
Na “Hora H”, não consegui pular direito. O meu colega, somente com o pensamento de que sou nerd, alegou: “Você não é feito de computador ou de vídeo-game para pular deste jeito!”. Nem vídeo-game eu tenho (é de meu irmão) e no computador só fico as sextas e sábados!
Moral da história: Muitas vezes somos excluídos, mas nós podemos ser mais tarde, os patrões dessas pessoas que nos excluem!
Nota:
Agora, 7 meses depois desta postagem, João Vitor Costa, aparentemente, mudou sua opinião sobre nós. Se uma pessoa consegue, todas conseguem. Preconceito é uma coisa que eu simplesmente odeio. Notei, também, que ele se referia à mim como um geek, mas existem vários tipos de nerds! Geek, Tradicional (o meu tipo), Hipster, etc...
Estava eu sentado em minha carteira numa aula de janela. Sem nada para fazer, resolvi ler o meu livro “Os Simpsons e a Ciência”. Meu colega João Vitor Costa, em minha opinião, totalmente preconceituoso contra nós, os nerds, resolveu me falar: “Você não tem vida social, não? Não pratica nenhum esporte...”.
Alguns dias depois, numa prova prática de Educação Física, resolvi participar. Bem, a prova consistia em pularmos barras de ferro que ficavam suspensas, em cima de cones. Eu não tenho o hábito de pular, mas como era uma prova, resolvi fazê-lo.
Na “Hora H”, não consegui pular direito. O meu colega, somente com o pensamento de que sou nerd, alegou: “Você não é feito de computador ou de vídeo-game para pular deste jeito!”. Nem vídeo-game eu tenho (é de meu irmão) e no computador só fico as sextas e sábados!
Moral da história: Muitas vezes somos excluídos, mas nós podemos ser mais tarde, os patrões dessas pessoas que nos excluem!
Nota:
Agora, 7 meses depois desta postagem, João Vitor Costa, aparentemente, mudou sua opinião sobre nós. Se uma pessoa consegue, todas conseguem. Preconceito é uma coisa que eu simplesmente odeio. Notei, também, que ele se referia à mim como um geek, mas existem vários tipos de nerds! Geek, Tradicional (o meu tipo), Hipster, etc...
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